quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Funcionários Invisíveis

Olá!
Deixamos hoje uma reflexão aos nossos leitores sobre o ambiente corporativo.

     Este texto é mais direcionado ao ambiente corporativo. Com qualquer segmento ou porte, podemos relacioná-lo, pois o cotidiano das empresas são, dentro de suas proporções, muito parecidos.

     Alguns detalhes, se não percebidos e corrigidos, podem atrapalhar o bom andamento das operações da empresa. Falamos "detalhes", porque realmente são de fácil detecção e ajuste. Estamos falando dos "funcionários invisíveis".

      Nossos colaboradores, sejam eles consultores, eletricistas, operadores de máquina, assistentes administrativos, não importa a função ou cargo; possuem histórias e ideias fascinantes. Muitas vezes a vaga que precisamos preencher, demorando semanas no processo seletivo externo mais algumas semanas de treinamento; poderia ser preenchida por um funcionário nosso de cargo abaixo ou diferente que está só esperando uma promoção.

      Ouvir nossos colaboradores sempre agrega valor, pois eles conhecem o processo da empresa, o dia-a-dia (ou deveriam saber, pois se não sabem, é um erro da gestão).Ouvi-los significa ter uma outra visão do processo, é ter a humildade para aprender o que não conseguimos ver por conta da rotina cheia de turbulências e reuniões.

      Nossos colaboradores não são invisíveis. Quantos você chama pelo nome (pelo menos os que você encontra todos os dias nos corredores)? Quantos você sabe o que faz na sua empresa? Quantos colaboradores que você gerencia apresentaram propostas de melhorias operacionais para a empresa?

      Dar voz e importância aos colaboradores é dar valor aos clientes. Uma empresa que funciona de maneira saudável, terá relações saudáveis com seus clientes.

       
Mude o mundo você também!
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Somos pela educação reflexiva e crítica!

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Para que serve o tal do "conhecimento"?

Olá!
Deixamos hoje uma reflexão aos nossos leitores sobre o conhecimento.

    Cada um de nós daria uma resposta diferente para essa pergunta, pois só faria sentido respondê-la se contextualizá-la em nossas vidas. E todos nós temos vidas diferentes, não é mesmo? Moramos em casas diferentes; temos pais, amigos e gostos diferentes. Apesar de tanta diferença, não é necessário apresentar certa unidade para se fazer coerente a resposta?
    
Está confuso? Se ficou confuso, é um ótimo sinal. Só se fica confuso quando se pensa sobre algo que aparentemente não apresenta lógica. Pois é, pensar é a grande chave para se descobrir o tal do "conhecimento". Para ajudá-lo(a) a descobrir, podemos pensar juntos sobre "Por que devo aprender?", "por que devo ensinar?", "por que devo mudar o mundo?" e "como posso mudar o mundo?".  
    
Primeira questão: "por que devo aprender?". Claro que não é elegante responder uma pergunta com outra pergunta, mas vamos abrir uma exceção aqui, já que a razão é educativa. Como seria sua vida hoje se não tivesse aprendido a respirar sozinho quando nasceu? Como seria sua vida se não tivesse aprendido a comer? Como seria sua vida se não tivesse aprendido a andar, a pegar os objetos, a falar? Já imaginamos sua resposta: isso tudo é próprio da espécie humana, é natural do corpo humano aprender ou desenvolver aquilo que é instintivo (ou inerente se quiser usar um termo mais acadêmico). Você poderia dizer que isso não é aprender. Agora o choque. Andar, comer, falar é tão inerente quanto pensar.  Espantado(a)? Experimente ficar deitado por meses, sem se mexer. Chegará um momento que suas pernas não funcionarão mais, irão atrofiar. Mesmo sendo próprio do homem caminhar, perderá essa capacidade se não a utilizar. É questão de sobrevivência. Assim como pensar (ou aprender, se preferir). 
       
Segunda questão: "por que devo ensinar?". Qual a diferença entre o mestre e o aprendiz? O verdadeiro mestre tem consciência que mais aprende do que ensina quando está ministrando algo a alguém. O aprendiz não tem consciência de que aprender é ensinar e ensinar é aprender. Quantos aprendizes que se dizem mestres existem a sua volta? Basta  observar...
    
Terceira questão: "Por que devo mudar o mundo?". Uma resposta rápida: porque você vive nele. Claro que não é tão simples assim. Você deve mudar o mundo para que ele se torne um ambiente melhor para as outras pessoas e não para você. Quando melhoramos o mundo para as outras pessoas, estamos agindo sem o nosso egoísmo, possibilitando assim contemplarmos as pessoas à nossa volta. Quando melhoramos o mundo à nossa volta, melhoramos também a nossa vida. Uma reflexão rápida para se fazer prático esse pensamento. O assalto é algo prejudicial à sociedade, pois é uma forma de violência. Na maioria das vezes, essa violência é gerada porque um cidadão que não possui meios de sobrevivência  tira, à força, de outro cidadão que possui meios em abundância uma maneira de sobreviver, seja dinheiro ou outros bens. A desigualdade social gera violência. Se o mundo à nossa volta possibilitar a todos os cidadãos possuírem meios de sobrevivência, não fará sentido haver assaltos.      

    Quarta questão: "como posso mudar o mundo?". Muitos pensam que mudar o mundo é para os governantes e pessoas de influência. Engano imenso! O mundo é responsabilidade de todos os seres que vivem nele, ou seja, todos nós. Todas as nossas ações diárias terão impacto imediato ou a longo prazo no planeta. Para toda ação haverá uma reação. É impossível fugir dessa lei universal. Sabendo disso, somos muito importantes para deixar que apenas uma porcentagem mínima da humanidade tome todas as decisões.

     A pergunta inicial já foi respondida? Para que serve o tal do "conhecimento"? O conhecimento é fruto da vida. Todos nós temos a capacidade de desenvolvermos o conhecimento. A forma de usá-lo é o que diferenciam as pessoas. O conhecimento tem por finalidade trazer a paz, o respeito, a compreensão, o progresso, a consciência e a felicidade. Se olharmos a nossa volta, é só isso que vemos? Todos nós agimos dessa forma com os nossos semelhantes? Infelizmente, não.

    O mau uso do conhecimento é fruto do egoísmo e ignorância. E um egoísmo que nos prejudica a todo instante, pois somos vítimas daquilo que não conhecemos, a longo ou em curto prazo.

    Para podermos nos tornar pessoas melhores e conscientes da vida, devemos aprender, ensinar e pensar para agir no mundo. Devemos assumir nossas responsabilidades e não delegar aos outros o que nós mesmos devemos fazer. Precisamos enxergar as oportunidades que nos são dadas como desafios diários para nosso crescimento pessoal e intelectual. 

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Apresentação

Somos uma empresa de pessoas felizes.
Somos uma empresa de pessoas que gostam do que fazem.
Somos uma empresa de pessoas que buscam conhecimento.  
Somos uma empresa de PESSOAS.  
Felicidade, prazer e conhecimento.  
Valorizamos o relacionamento. 
VASCONCELLOS EDUCACIONAL - Pela educação crítica e reflexiva!